Uma
recente pesquisa da Amcham com 32 executivos da área de finanças,
marketing e legislação revelou que 91% das companhias já sentem que
estão preparadas para atender possíveis alterações do novo CDC (Código
de Defesa do Consumidor).
Para quem não sabe, o tema entrou há pouco na pauta de debates do
Senado Federal, no dia 14 de março, e já faz parte da agenda estratégica
das empresas que operam no País.
Maior impacto
Segundo os dados apurados, o ponto previsto no novo código que deverá
causar um maior impacto sobre os negócios é a regulamentação do comércio
eletrônico, que teve 47% dos votos de profissionais consultados pela
pesquisa.
Mas outras mudanças também prometem causar um efeito significativo,
como o aperfeiçoamento das regras para defesa do consumidor, com
possibilidade de renegociação de dívidas por meio de ações coletivas com
credores (31%), e o combate à oferta excessiva de crédito e ao
superendividamento (16%).
“A maioria dos consultados (66%) avalia positivamente as alterações
propostas e aponta que o novo código trará maior segurança jurídica aos
negócios no País. Em contraponto, uma parcela de 16% afirma que a nova
legislação pode prejudicar de alguma forma os negócios das suas
empresas”, informa o estudo.
Outros possíveis impactos nos negócios serão a ampliação de custos para
as empresas (25%), a alteração de processos e procedimentos (22%) e a
redução de consumo (9%).
Fonte: Brasilcon
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